O Macartismo: como uma tirania pode crescer dentro de uma democracia III.

Francisco Ferraz
Publicado em: 13/12/2016

McCarthy surge em destaque na cena política dos EUA em 9 de fevereiro de 1950 quando, num discurso que fazia para um clube republicano feminino, mostrou um papel que segundo ele continha uma lista de 205 nomes de comunistas que estariam trabalhando no Departamento de Estado.

A imagem daquele papel nas mãos de McCarthy tinha um efeito de marketing incrível. É oportuno lembrar, o poder que tem a teatralização bem feita do discurso. No caso, o papel assustava pelo conteúdo, ao mesmo tempo em que tranqüilizava, porque estava nas mãos do “protetor”, forte, poderoso e astuto.

Novamente os fatos parecem ajudar McCarthy. Klaus Fuchs na Inglaterra e o casal Rosemberg nos EUA são presos e condenados por espionagem de segredos dos programas nucleares.

J.Edgard Hoover, o poderoso diretor do FBI, não perde a chance de “entrar em campo” reforçando a cruzada de McCarthy, com investigações, listas, denúncias e prisões. Num discurso, pronunciado em 1950, que ganhou enorme divulgação ele sintetizou assim o seu pensamento:

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