O que o político não pode dizer, mas que o eleitor pode pensar e falar

Francisco Ferraz
Publicado em: 11/07/2017

Há coisas que o político não pode dizer, embora o eleitor possa pensar e falar nelas sem qualquer problema. São as famosas frases e declarações infelizes.

Paulo Maluf é o exemplo antológico na política brasileira neste aspecto. Ele vem sendo perseguido a várias eleições pela declaração “estupra mas não mata” que, como ele mesmo já explicou, foi feita num momento em que se encontrava extremamente cansado e sem a intenção que seus adversários lhe imputam, quando usam a frase contra ele.

Maluf já foi levado mesmo a gastar programas para se explicar e tentar espantar esta frase da sua carreira infrutiferamente. Tem mesmo aparecido na TV, ao lado de sua família, para explicar o que quis dizer quando usou aquela expressão. Nada funcionou. O problema está no fato de que as explicações produzem menos impacto no eleitor do que a frase pronunciada.

Só o fato de ter que se explicar já é ruim, ter que se explicar em matérias desta natureza é muito pior, ainda mais quando a explicação é feita num período eleitoral, em que o eleitor sempre fica desconfiado se a explicação é autêntica ou apenas motivada pelo interesse eleitoral.

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