Ataque e contra-ataque: 12 regras de ação e precaução – Parte I

Francisco Ferraz
Publicado em: 09/06/2015

Na maioria das campanhas eleitorais, chega o momento em que os adversários afastam-se da comportada apresentação de propostas e partem para os ataques.

Isto não deve ser percebido como a perversão da política ou como o rebaixamento do nível da democracia, a menos que os ataques sejam a exteriorização do radicalismo e do ódio e que caiam para o nível pessoal.

Fora deste limite, o ataque à candidatura adversária é tão antigo e natural quanto as eleições e a política. Correspondem ao fato de que incentivar os eleitores a votarem em você é a metade do trabalho político. A outra metade é arrolar razões pelas quais não devem votar em seus adversários.

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Opinião do leitor

Caro editor Francisco Ferraz, sou assessor de comunicação de um Município de Portugal (Vila Nova de Famalicão) e leitor habitual do site www.politicaparapoliticos.com.br. É um dos melhores portais de comunicação política escritos em língua portuguesa, pelo que esta mensagem é de elogio pelo trabalho realizado e de incentivo para o futuro.

Luís Paulo Rodrigues
Vila Nova de Famalicão - PT

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