Considerações preliminares sobre a questão da imagem.

Francisco Ferraz
Publicado em: 15/08/2017

O homem público somente pode ser conhecido por sua imagem. A muito poucos é dado conhecê-lo de maneira mais completa, íntima e pessoal.

Hoje se tornou praticamente impossível falar em política, sobretudo em eleições, sem recorrer ao farto uso do termo imagem.

O conceito “imagem” é um dos mais ricos e complexos da linguagem da política. Trata-se de um termo que pertence simultaneamente ao campo da publicidade, da psicologia e da política.

Além de positiva ou negativa, a imagem pode ter ficado “arranhada”, “comprometida”, “prejudicada”; pode estar necessitando de “correções” e “ajustes”; pode ainda estar em processo de “criação”, “construção” ou de “mudança”; pode estar em consonância com a expectativa dos eleitores ou em conflito com elas; possui “atributos” pessoais e profissionais nos quais pode ser decomposta; pode ser um “produto” dos publicitários e marketeiros, ou pode ser o “jeitão” mesmo do candidato, para citar apenas algumas das referências mais comuns que são feitas.

Não há como evitar.

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Opinião do leitor

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Marta Moraes
Fortaleza - CE

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