Imagem do candidato: Imagem desejada x pré-existente.

Francisco Ferraz
Publicado em: 18/09/2017

Poucas palavras são mais pronunciadas numa campanha do que “imagem”. Não por acaso a expressão imagem é sempre usada de maneira dinâmica. Fala-se em “mudar a imagem”, “corrigir a imagem”, “melhorar a imagem”, e até em “construir a imagem”.

Esta linguagem, portanto, transmite a ideia de que imagem refere-se a algo que é plástico, moldável, ajustável, até o limite de poder ser construído.

Por outro lado, há uma compreensão universal, quase intuitiva de que imagem conota a idéia de “aparência”, “apresentação” por oposição à ideia de realidade, “condição natural”. Por esta razão, sempre que se fala em imagem, a indagação sobre o grau de correspondência entre imagem e realidade se impõe.

Na campanha eleitoral, portanto, a imagem do candidato é encarada como possuindo estas duas características: é moldável e é uma aparência, que pode estar mais ou menos distante daquela “condição natural” da sua personalidade.

Este texto pertence a uma coluna com acesso restrito, para continuar lendo cadastre-se e escolha entre um dos planos de assinatura.

Assine Aqui

Já sou assinante

Informe seus dados abaixo para continuar.



Esqueci minha senha

 

COMPARTILHAR

Área do usuário:

E-mail

Senha

> Esqueci minha senha

> Quero me cadastrar

Curta nossa página no Facebook Siga-nos

Opinião do leitor

Boa Tarde! Estou aqui para dizer que este site é fabuloso, pois vou seguir a carreira política e este site tem me ajudado muito. Estou à disposição para qualquer coisa.

Lucas Aranha Petillo
São Paulo - SP

Leia mais >>