O que fazer quando se é atacado - Parte II

Francisco Ferraz
Publicado em: 03/03/2017

Na coluna "O que fazer quando se é atacado - Parte I"’ aconselhou-se ao candidato atacado que, se possível, ignore ou minimize o ataque (desde que, assim agindo, o ataque seja esquecido e saia de circulação). São situações de ataques de menor gravidade, que a mídia não tem interesse em repercutir.

Alertou-se também, e de maneira insistente, que esta regra não se aplica a ataques que atinjam o caráter e a honra do candidato, bem como, aqueles que são dirigidos, contra a sua qualificação como pessoa, para o cargo que pleiteia.

Nestes casos, o problema é de outra natureza e exige outro tipo de reação. Ataques pessoais são situações-limite para quem é atacado e para quem ataca.

O ataque pessoal bem sucedido é o mais potente armamento para desqualificar um adversário, porque ele retira do atacado a sua condição de competitividade. Ele é eliminado da disputa. Seus votos se volatilizam de uma hora para outra.

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Sou assessora legislativa e os artigos de vocês têm sido uma escola pra mim no dia-a-dia. Achei todos excelentes. Fico fascinada com tudo, tem me ajudado muito.

Miriam
Nova Odessa - SP

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