A sedução na política e nas relações pessoais.

Francisco Ferraz
Publicado em: 17/08/2017

Estamos habituados a conceber a sedução como um ato de conquista romântica. Uma ação circunscrita ao mundo do amor e do romance. Na realidade a sedução se exerce tanto na vida pessoal como na esfera da política.

Isso porque a essência da sedução é, e sempre foi, um jogo psicológico, e não de beleza ou de força. Não se trata de um poder físico, e sim psicológico, que não se exerce de maneira direta e ostensiva e sim pela sutileza e astúcia.

Seduzir é usar alguma forma de gratificação como isca, para influir sobre as emoções do outro, estimular seu desejo, provocar confusão e incerteza sobre como realizá-lo e induzir a entrega e a rendição.

Em outras palavras, tanto na esfera íntima como na esfera pública, a sedução é sempre um jogo sutil, no qual o sedutor usa as armas da admiração e da atração para prender o outro a si, por um poderoso vínculo afetivo.

Este texto pertence a uma coluna com acesso restrito, para continuar lendo cadastre-se e escolha entre um dos planos de assinatura.

Assine Aqui

Já sou assinante

Informe seus dados abaixo para continuar.



Esqueci minha senha

 

COMPARTILHAR

Área do usuário:

E-mail

Senha

> Esqueci minha senha

> Quero me cadastrar

Curta nossa página no Facebook Siga-nos

Opinião do leitor

Senhores, muito bom o resgate histórico do episódio político do Rio Grande. Através dele se tem uma idéia da dimensão da crise política que envolveu o estado.

Luciano de Araujo Marques
Porto Alegre - RS

Leia mais >>