Candidato da situação: a armadilha

Francisco Ferraz
Publicado em: 12/07/2017

Normalmente a eleição é disputada entre candidatos da situação e mais candidatos da oposição. Ambos representam a opção principal que a eleição proporciona ao eleitor: continuidade ou mudança.

A eleição é sempre percebida pelos eleitores, sobretudo os mais pobres, como uma mobilização de esperanças. Os próprios candidatos encarregam-se de oferecer-lhes o “marketing da esperança” com suas promessas e propostas.

A intensidade desta expectativa de mudanças varia em função do cargo em disputa (cargos executivos geram mais expectativas que legislativos); em função dos segmentos do eleitorado (segmentos mais baixos têm maiores expectativas); em função da capacidade persuasiva dos candidatos de convencer os eleitores de que é hora de mudar e de que as mudanças vão ocorrer.

Em consequência, os eleitores tendem a encarar a eleição como uma oportunidade de mudança... para melhor.

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Opinião do leitor

Fiquei muito feliz quando achei o site do "Política para Políticos". Ele será de muita utilidade para o povo. Falo isso porque trabalho em serviço público há mais de vinte anos, e conheço os bastidores da política, dos candidatos e partidos. Esse conhecimento real, após vários anos de decepções, me fez ganhar interesse pela política. Infelizmente, o povo não gosta, não quer saber, não se interessa. E eu, depois de muitos anos de convivência, acho que o interesse do povo pela política mudaria muita coisa, afinal, somos todos obrigados a votar. Então, o mais lógico é se interessar, pesquisar, opinar e participar da política. Se o povo se interessasse, os políticos eleitos, seriam mais cobrados, analisados, e só conseguiriam ser eleitos quem realmente tem capacidade. É uma pena que o povo se mantém cego a respeito da política. Essa deficiência é tão notória que, até a propaganda política é ignorada, e o povo continua consentindo ser enganado. Parabéns.

Eliel Moreira da Silva
Estância Velha - RS

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