É cedo para a campanha, mas não é para começar - Parte I

Francisco Ferraz
Publicado em: 16/10/2017

Mesmo que ainda seja cedo para começar o trabalho de proselitismo, não é nada cedo para começar a preparar sua campanha. Talvez até você já tenha perdido um tempo precioso. Então, mãos à obra.

Porque é muito cedo para fazer a campanha?

Em primeiro lugar por causa da lei. No Brasil, a lei define com precisão o período de campanha. Ele chega, após os períodos, que também são legalmente determinados, de registro de candidatura junto ao partido, que, por sua vez depende de convenção partidária prévia, e homologação formal pelo Tribunal Eleitoral. Assim, ainda que, por decisão pessoal, você seja já um candidato, formalmente não o é, e como tal, não pode se apresentar como tal nem colher fundos para a campanha.

Em segundo lugar, por razões políticas e não legais, não é este o momento de fazer campanha. O eleitor ainda não está focado na eleição – que a ele parece um acontecimento remoto – e não vai se interessar por campanhas, candidatos, propostas, neste momento. Também a mídia não vai dar destaque à eleição agora, com tanta antecedência, salvo as pesquisas de intenção de voto. Ela tem outras pautas a cobrir que são mais atuais e mais atraentes, sobretudo as novas administrações estaduais e federal. A campanha para cargos legislativos, neste período são feitas com extrema discrição, sobretudo pelo contato pessoal.

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Opinião do leitor

Peço enviar ao professor Francisco Ferraz meus cumprimentos pela excelência de seu artigo Yoani, a mais recente batalha da guerra fria, que foi publicado pelo jornal Estadão.

Sergio Sampaio
Itajubá - MG

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