Inimigos da sedução II: A palavra fácil

Francisco Ferraz
Publicado em: 15/02/2017

A armadilha da palavra fácil
O político deve falar pouco e cultivar uma calculada imprevisibilidade

O poder sempre carrega, em torno di si, uma aura de mistério. Em todos os tempos, em todas as civilizações, o detentor do poder separa-se do comum dos mortais, por símbolos, procedimentos especiais, prerrogativas, trajes e moradias diferenciadas e exclusivas, regulamentação rigorosa do acesso a ele, tudo isto e muito mais, conforme a sociedade, para assinalar a sua pré-eminência, sua hierarquia superior, sua maior importância.

Ao longo da história, mesmo indivíduos que conquistavam o poder insistindo na sua igualdade com as pessoas comuns, uma vez nele instalados, submeteram-se às regras da “sacralização” do poder que neles estava investido.

É este processo de “sacralização do poder”- que não necessita possuir uma base religiosa – que, ao afastar o governante do “convívio” com os governados e conferir-lhe a posição “sui generis” que desfruta, introduz aquele elemento de “mistério” em torno de sua pessoa.

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Opinião do leitor

Sou sindicalista e há pouco tempo comecei a ter contato com o Política para Políticos. Aprendi muito com suas ótimas matérias.

Marcos Antonio Ponte Prado
Sobral - CE

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