Inimigos da sedução I: A presença continuada

Francisco Ferraz
Publicado em: 14/02/2017

“O amor nunca morre de fome, mas costuma morrer de indigestão.” Ninon de Lenclos, célebre cortesã francesa

 

Estar presente e fazer-se ausente são procedimentos adotados no dia a dia de nossas vidas, tanto na esfera familiar, social, afetiva, profissional, e também, como é óbvio, na política. Qualquer um de nós já se lamentou por estar ausente numa oportunidade em que deveria ter estado presente, assim como, se arrependeu de estar presente numa ocasião em que melhor teria sido não ir.

A decisão de estar presente ou fazer-se ausente, pode provar ter sido uma escolha acertada ou errada. Em qualquer hipótese sabe-se “a posteriori”. É, portanto, uma decisão que sempre tem conseqüências. Estas observações valem para todas as situações antes citadas.

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Opinião do leitor

Parabéns pelo sucesso do curso em Porto Alegre. Sou um dos que lamentam, dada a grande distância, não ter podido participar desse evento. Entretanto, fiquei feliz com a notícia de que novo curso, agora no dia 23 de junho/2007. Tenho o maior interesse em fazer o curso. Sou jornalista, professor e marqueteiro.

José Ribamar Campos
São Luís - MA

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