Princípios de estratégia política. II

Francisco Ferraz
Publicado em: 08/02/2017

Tanto na eleição como no exercício do mandato nenhum político, está livre e desimpedido para por em prática a sua estratégia. Terá que fazê-lo em meio a um combate, no qual cada um dos seus adversários vai tentar desconstruir a dele e impor a sua.

Assim, Cabe ao eleitor/cidadão julgar os políticos e, de forma implícita, suas respectivas estratégias, para decidir, pela opinião ou pelo voto, entre as alternativas em conflito.

O equacionamento estratégico de uma candidatura ou de uma administração é sempre singular e peculiar a ela. Uma candidatura ou um governo nascem circunstanciados por características próprias da pessoa do líder. De sua história de vida assim como das de seus adversários; dos sentimentos prevalentes dentro do eleitorado; da natureza do cargo; e de muitas outras variáveis ligadas ao partido, ao momento histórico, aos governantes de outros níveis etc.

Por razões como estas é que se diz, com propriedade, que “nenhuma eleição é igual a qualquer outra”. É verdade, mas não é toda a verdade. Não obstante a inevitável variação das eleições (cada uma com a sua singularidade própria), a história revela também que existem certos princípios estratégicos gerais que se aplicam a todas.

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