A pessoa como base, matéria-prima e limite da imagem.

Francisco Ferraz
Publicado em: 17/05/2017

A construção da imagem parte, inevitavelmente, dos traços físicos e psicológicos da pessoa do político. Não há, nem poderia haver, outro ponto de partida. A começar pela própria aparência física do indivíduo.

A pessoa, isto é, a unidade formada por sua aparência física, seus traços de personalidade e sua história de vida, constitui-se na base insubstituível sobre a qual a imagem deverá ser construída. Desde logo se impõe o alerta de que, os traços da imagem desejada e que se vai querer enfatizar, devem possuir harmonia - estética, funcional e atitudinal com esta base. Assim, por exemplo, uma pessoa rigorosa, autoritária e severa não serve de base de sustentação para uma imagem de descontração, liberalidade e flexibilidade.

Os atributos da imagem desejada não podem brigar com os traços de personalidade da pessoa do político. Tampouco com sua história de vida. Em ambos os casos devem guardar coerência uns com os outros. Coerência, porém, não equivale a servidão.

Pode-se, entretanto, compensar e equilibrar aquele traço de autoritarismo com virtudes como sabedoria, justiça, compaixão e equilíbrio. Dessa forma, o que poderia aparecer como desvantagem (autoritarismo) tende a ser interpretado, pelo eleitor, como demonstração de responsabilidade e seriedade na maneira de agir, bons sentimentos na maneira de ser (o que é positivo), e sua severidade é vista mais como uma questão de estilo pessoal.

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Opinião do leitor

Os assuntos aqui tratados são de suma importância para a vida de um homem público que necessita se informar, constantemente, daquilo que vem ocorrendo na sociedade em que vive e trabalha. Tenho procurado tirar minhas dúvidas quanto ao exercício da minha função de assessor parlamentar, nos artigos publicados, diariamente por este meio de comunicação. Continuem publicando os assuntos mais diretamente ligados ao dia-a-dia das casas legislativas.

Antonio Francisco Monteiro da Silva
Cuiabá - MT

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