O discurso básico.

Francisco Ferraz
Publicado em: 13/10/2017

A campanha eleitoral, resume-se, no essencial, a falar, falar e falar. Não faltam oportunidades ao candidato para falar, seja em conversas, reuniões, palestras, discursos, entrevistas etc. O verdadeiro problema, portanto, não é falar. É ser ouvido, conseguir que as pessoas guardem a lembrança do que você fala, e sejam persuadidos por sua mensagem.

Para conseguir isto não é necessário ser um grande orador, como ocorria no passado. Sua meta deve ser tornar-se um orador eficiente. A linguagem moderna, sobretudo depois da TV, exige que a comunicação política seja clara, objetiva e reduzida. Perdeu-se na era moderna a paciência para longos discursos, para a oratória rebuscada, para o discurso erudito.

A objetividade que se busca não é também a objetividade do técnico (que faz parte da vida moderna), mas que, usada politicamente revela-se enfadonha, inacessível, e demasiado carregada de dados e números.

Sem cair na oratória tradicional, nem na moderna oratória tecnocrática, você deve possuir um discurso básico de campanha com os atributos de clareza, objetividade e concisão.

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Opinião do leitor

Olá, Francisco Ferraz! Sou seu leitor há muitos anos, admiro e respeito muito o teu trabalho.

Cássio Lacerda
Luanda - SP

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