Decisões que não decidem.

Francisco Ferraz
Publicado em: 28/08/2017

A campanha eleitoral, como qualquer empreendimento que envolve muitas pessoas e se desdobra no tempo, com vistas a realizar um objetivo comum a elas, avança pontuada por decisões estratégicas.

É mediante decisões, que implicam escolhas frente a alternativas diferentes, que a campanha se movimenta, e assume a sua identidade perante os eleitores.

A própria campanha começa com a primeira decisão que é a de concorrer à eleição. A partir desta decisão primordial, segue-se uma verdadeira multidão de decisões, em relação a pessoas ou coisas; de curto, médio e longo prazo, e de grande ou pequena importância. Estas decisões, por outro lado, serão tomadas pelo candidato ou por pessoas de sua confiança, e cada campanha possui seu próprio sistema de tomada de decisão.

Algumas campanhas centralizam todas as decisões nas mãos do candidato, outras as descentralizam mais ou menos; em algumas existem órgãos deliberativos e consultivos para diferentes matérias, outras adotam a informalidade, reunindo pessoas para deliberar sem dar origem a um órgão interno. A variedade de situações, como se vê, é enorme, mas, em qualquer campanha, decisões são tomadas a todo o momento, e, da qualidade delas depende o sucesso da empreitada eleitoral.

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