A sobrevivência política do legislador no baixo clero

Gustavo Müller
Publicado em: 23/02/2016

Foi incorporado no vocabulário político cotidiano o conceito de “baixo clero” para denominar o conjunto de parlamentares que não possuem cargos de visibilidade política no interior do legislativo. Longe de ser um conceito pejorativo, pertencer ao baixo clero é uma realidade que se impõe à imensa maioria dos legisladores. Isso ocorre porque, obviamente, não há lugar para todos nos cargos de projeção política. Em outras palavras, há mais legisladores do que cargos de comando no interior dos legislativos.

Todavia, é necessário que o legislador do baixo clero trace uma estratégia de sobrevivência política que lhe permita dar seqüência a sua carreira, seja na disputa por novos mandatos no legislativo, seja na disputa por prefeituras ou governos estaduais.

Na maioria dos legislativos brasileiros (Senado Federal, Câmara dos Deputados, Assembléias Legislativas e Câmaras dos Vereadores) o poder decisório está concentrado nas mãos do líder partidário, que toma as principais decisões sobre a atividade legislativa em conjunto com os demais líderes em um órgão geralmente chamado de Colégio de Líderes.

O líder de partido é responsável, entre outras coisas, por indicar os membros titulares ou suplentes das comissões permanentes, das comissões especiais e das CPIs.

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Opinião do leitor

Só agora conheci o Política para Políticos e fiquei interessadíssima, pois espero aprender bastante com vocês.


Solange Maria Cabral
Lajes Pintadas - RN

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