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O testamento político de Floriano Peixoto

Francisco Ferraz
Publicado em: 16/02/2017

Nascido em 30 de abril de 1839, no Engenho de Riacho Grande, povoado de Ipioca, Alagoas, o Marechal Floriano Vieira Peixoto foi o segundo presidente da República, tendo governado o Brasil entre 1891 e 1894. Tinha feições duras e suas expressões oscilavam entre carrancudas e enigmáticas, e seus longos períodos de silêncio aumentavam ainda mais sua fama de misterioso. Isto fez com que recebesse o apelido de “A Esfinge”.

Promovido ao posto de Major por sua atuação na Guerra do Paraguai, Floriano Peixoto participou com destaque nas batalhas de Tuiuti, Itororó, Lomas Valentinas e Angustura. Relata-se que, durante as batalhas, mantinha uma “fria intrepidez” ante os inimigos. Em 1889, assumiu a vice-presidência do País, tomando posse na Presidência dois anos depois, com a renúncia do Marechal Deodoro da Fonseca.

É reconhecido como o “Consolidador da República”. Seu mandato foi marcado por um período turbulento da história brasileira, e duas revoltas, a da Armada e a Federalista, colocaram à prova a capacidade de seu governo. Com uma atuação enérgica e ditatorial, agiu com determinação ao debelar as sucessivas rebeliões que marcaram os primeiros anos da república do Brasil.

A revolta da Armada (1893-1894) foi chefiada pelo seu ex-ministro da Marinha, Custódio de Mello que, juntamente com o comandante da Escola Naval, Saldanha da Gama, e o vice-almirante Eduardo Wandelkolk, pedia a renúncia do Presidente. Já a Revolta Federalista, surgida no Rio Grande do Sul, se tornou em um dos conflitos mais violentos e sanguinários da República Velha.

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