Até que limite explorar a imagem pessoal na campanha?

Francisco Ferraz
Publicado em: 07/09/2017

As campanhas presidenciais, especialmente nos Estados Unidos, levam a limites por vezes extremos a construção da imagem pessoal a partir da exploração dos detalhes mais íntimos da respectiva biografia.

A eleição presidencial de 2004 tornou-se o exemplo mais evidente dessa tendência de exploração da intimidade pessoal dos candidatos como um recurso para o sucesso eleitoral.

O uso dos “bio ads” (comerciais biográficos) tornou-se praticamente obrigatório em qualquer campanha, sendo o modelo de publicidade mais universalmente usado. Afinal, é preciso ajustar a imagem do candidato, justificá-la na sua biografia e propô-la de maneira atraente e persuasiva aos eleitores, muitos dos quais vão realmente travar contato com o candidato apenas na campanha.

Mas a questão não se refere aos “bio ads” e sim a uma exploração grosseira e piegas de detalhes – às vezes escabrosos - da intimidade do candidato, que usualmente eram evitados nas campanhas. Nesta situação se incluíram os pré-candidatos do partido democrata John Edwards, Richard Gephardt do Missouri, e o Senator Bob Graham da Florida.

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