O enigma das oscilações nas pesquisas eleitorais

Gustavo Müller
Publicado em: 27/09/2016

Já demonstramos que as pesquisas, nos seus mais diversos modelos, tais como pesquisa-diagnóstico, pesquisa qualitativa, entre outras, são instrumentos preciosos que candidatos e estrategistas de campanha possuem para enfrentar uma disputa eleitoral. Contudo, em se tratando de pesquisas de intenção de voto, é necessário que se tomem alguns cuidados especiais para que resultados superficiais não comprometam o posicionamento adequado para as candidaturas.

O principal cuidado que se deve ter numa pesquisa de intenção de voto é como interpretar as oscilações. Muitas vezes candidatos que aparecem em primeiro lugar em pesquisas realizadas com muita antecedência são preteridos no pleito eleitoral. Outras vezes, candidatos que iniciam a disputa na "lanterna" saem vitoriosos. Isto ocorre porque o timing do eleitor é diferente do timing da pesquisa ou mesmo da campanha eleitoral.

Em outras palavras, as pesquisas realizadas muito antes das eleições, podem não refletir o estado de espírito do eleitor. Como já foi dito em outros artigos publicados, o eleitor mediano mostra um grande desinteresse pela política, assimilando informações ocasionais e, dedicando a maior parte do seu tempo a outros assuntos de ordem pessoal, profissional ou até mesmo de lazer.

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