O perigo das estimativas não realistas

Francisco Ferraz
Publicado em: 13/03/2017

Em política pode-se dizer como no Evangelho que muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos. É necessário ter em mente que a única certeza numa eleição é que a grande maioria dos candidatos não se elegerá.

Talvez o erro mais comum, mais freqüentemente praticado nas campanhas eleitorais, e portanto, com maiores conseqüências sobre o resultado da eleição, seja o de trabalhar com estimativas não realistas.

Por ser um processo muito dinâmico, que possui muitas frentes de ação, carregado de incertezas, e sobre o qual nenhum candidato possui o poder de controle, a maior parte das decisões de campanha são tomadas com base em estimativas. Fazer estimativas, entretanto, é um procedimento correto e necessário. Mais do que isto, ele é indispensável.

Assim, o candidato faz estimativas sobre o montante de recursos que conseguirá arrecadar; sobre o vulto das despesas que a campanha assumirá; sobre o número de votos certos com os quais começará a campanha; sobre o número de votos que provavelmente atingirá para se eleger; sobre a força dos outros candidatos; sobre a firmeza e eficácia dos apoios com que espera contar; sobre o impacto favorável de suas propostas junto ao eleitor; sobre as tendências positivas/negativas do eleitorado em relação à sua candidatura; entre tantas outras que serão feitas, ao longo da eleição.

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